É um peregrino incansável,
Ele rompe fronteiras,
Ele vive sonhos
Ele seduz pela palavra, magia e reflexão
Ele é humanista, ativista, conselheiro
Ele é para os pobres, ricos e miseráveis, não há distinção
Ele come à mesa, ele come ao chão
Ele luta por meio da arte
Ele sangra pela pena em suas mãos
Ele é paz em forma de poesia
Ele afina as cordas da imaginação
Ele canta em versos para multidões
Ele é sensibilidade em forma de expressão
Mas no fundo...
Ele é triste e vive no anonimato
Ele é um palhaço sem circo, um filho bastardo
Um insignificante poeta patético
A talhar na pedra a sua condição
Insustentável pelo seu trabalho
Irreconhecível, maldito, a toa
O poeta não mata a fome com pão
Ele sobrevive de sua criação
É o verbo que o alimenta
E a indignação que o move
Ele, o poeta
É um filho da puta
Que nem mesmo tem uma profissão
Ele, o poeta de Luciana Tannus é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-No Derivative Works 3.0 Brasil.
Based on a work at expressopoesias.blogspot.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://creativecommons.org/license/.
domingo, 9 de maio de 2010
Ele, o poeta
Postado por Luciana Tannus às 19:02
Assinar:
Postar comentários (Atom)



1 comentários:
A ACADEMIA MACHADENSE DE LETRAS (Machado-MG) comunica que estão
abertas as inscrições para o VIII Concurso Plínio Motta de Poesias, do
ano 2011. As inscrições vão até o dia 2 de novembro de 2011.
Entrem em contato para adquirir o Regulamento:
a/c Carlos Roberto machadocultural@gmail.com
ESTE CONCURSO ESTÁ ABERTO PARA TODOS!
OBS: O VALOR DA INSCRIÇÃO ( 2 REAIS) PODE SER COLOCADO DENTRO DO ENVELOPE COM AS 6 CÓPIAS DA SUA POESIA.
Postar um comentário